A INFLEET, empresa brasileira que centraliza os dados mais relevantes das frotas em uma única plataforma e usa inteligência artificial para apoiar decisões de ponta a ponta, anuncia o compromisso de eliminar, até 2030, os acidentes causados por motoristas das frotas de seus clientes e por falhas mecânicas dos veículos.
A meta será construída em etapas, começando pelos acidentes de maior gravidade. Primeiro, a INFLEET trabalhará para garantir visibilidade total da operação e eliminar acidentes com vítimas fatais. Na etapa seguinte, o objetivo será eliminar acidentes com feridos. Por fim, até 2030, a meta é chegar a zero acidentes nas operações que adotarem essa metodologia.
O tema é urgente para o setor de transporte e logística no país. Caminhões e ônibus responderam por 53% das mortes em rodovias federais em 2024, mesmo representando uma fração pequena da frota nacional em circulação, de acordo com dados da Polícia Rodoviária Federal.
O desafio é especialmente grave também para quem trabalha nas estradas: segundo levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego, os motoristas de caminhão foram a ocupação que mais registrou mortes por acidentes de trabalho no Brasil entre 2016 e 2025, com 4.249 óbitos em dez anos, uma média superior a uma morte por dia.
No mesmo período, o transporte rodoviário de carga liderou entre as atividades econômicas em número de mortes, com 2.601 óbitos. Na maioria dos casos, são pais e mães de família: cada morte ao volante retira de uma casa brasileira sua principal fonte de renda, com efeitos que se estendem por gerações. Cada acidente fatal custa, em média, R$1,08 milhão às empresas envolvidas, e cada acidente grave, R$222,8 mil, de acordo com o IPEA; sem contar passivos trabalhistas, prêmios de seguro mais altos e rotatividade de motoristas.
A aposta da INFLEET é que reduzir acidentes não depende só de observar o comportamento do motorista: pneu gasto e freio comprometido também causam acidentes, mesmo com o melhor condutor ao volante. Por isso, o compromisso da empresa é apoiar cada cliente a atuar tanto sobre a conduta nas estradas quanto sobre a saúde mecânica dos veículos da frota, um trabalho colegiado, em que o engajamento do cliente é o que determina o ritmo e o alcance do resultado.
Evidências independentes já mostram o potencial dessa combinação: videotelemetria associada a coaching de motoristas reduz eventos de risco entre 37% e 52% (fonte: estudo citado pelo NTSB dos EUA); direção na qual a INFLEET já vem trabalhando com seus clientes, com um diferencial claro: um produto completo, integrado e inteligente, que cruza dados de frota com uma profundidade que nenhuma outra solução do mercado oferece.
Para uma operação corporativa de grande porte, tratar acidentes como risco de negócio, e não como estatística de trânsito, é uma decisão de governança que começa na assinatura da liderança, e não na tecnologia embarcada. É assim que a INFLEET estrutura a adesão a esse compromisso: cada operação é diagnosticada e enquadrada em um dos três níveis do programa (bronze, prata ou ouro), com requisitos que se adaptam ao porte, à maturidade de segurança e à complexidade da frota.
Não existe prazo único para todos, mas também não existe meio-termo: a adesão é formal, com a liderança do cliente assinando um termo de compromisso institucional, sem o qual não há programa. É essa combinação entre um modelo estruturado por níveis e um compromisso assinado no mais alto nível que sustenta o resultado no longo prazo.
A meta é deliberadamente mais ambiciosa do que as referências internacionais mais conhecidas do setor. A Visão Zero sueca, criada nos anos 1990, mira zero mortes no trânsito e já reduziu em mais de 60% as fatalidades do país desde então; o Plano Global da ONU para a Década de Ação pela Segurança no Trânsito (2021-2030) recomenda que empresas privadas tratem a segurança viária como tema de governança corporativa, e não apenas de trânsito.
A INFLEET decidiu ir além de zerar mortes: seu compromisso é zerar os acidentes, atacando o problema na base, antes que ele se torne estatística. Um compromisso desse tamanho, porém, não se sustenta sozinho: depende do cliente comprar a ideia, se envolver e colocar energia real na implementação. É esse engajamento que a INFLEET reconhece e cobra, por meio de uma política de selos, que torna público o nível de comprometimento de cada operação.
Esse compromisso parte também de uma escolha declarada sobre como tratar quem está ao volante: o motorista é beneficiário do programa, não alvo dele. Na prática, isso significa transparência sobre o que é medido e por quê, orientação antes de qualquer penalidade e reconhecimento pelo bom desempenho. A aposta da INFLEET é que segurança que pune não sustenta resultado no longo prazo, segurança que cuida, sim.
“Um zero só vale se resiste à auditoria. Estamos formalizando esse compromisso agora porque já temos, com nossos clientes, a base de dados e a tecnologia para sustentar cada etapa até 2030″, afirma Vitor Reis, Co-founder da INFLEET. Reis também assume agora a recém-criada Diretoria de Produto e Soluções da empresa, criada para ir além do lançamento de novos produtos e resolver, de ponta a ponta, os desafios dos clientes. No fim, é isso que está em jogo: dados e tecnologia para salvar vidas brasileiras e garantir que os condutores de frota saiam de casa e retornem, em segurança, todos os dias.
Sobre a INFLEET
A INFLEET é uma empresa de tecnologia para gestão de frotas, posicionada como o “Copiloto Inteligente para Operações e Gestão de Frotas”: mais que uma ferramenta de telemetria, atua como parceira ativa de gestores e motoristas, antecipando riscos, reduzindo custos e prevenindo acidentes antes que aconteçam. Combinando telemetria, videotelemetria e dados operacionais em uma plataforma integrada, a INFLEET transforma informação dispersa em decisões práticas, conectando gestor, motorista, veículo e resultado em um único lugar. Hoje, atende mais de 1.300 operações de frotas em todo o Brasil e LATAM.
As informações são da Infleet.
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